terça-feira, 21 de setembro de 2010

Realidade

Estava pensando sobre o conceito de realidade, e cheguei a conclusão que tal coisa não é uma constante no mundo, e que é relativa.
Digo isso pois, como podemos nós saber que aquilo que vemos é a mesma coisa que os outros vêem? Pois, não podemos, uma vez que não há comparação, tomamos tudo o que vemos como sendo verdadeiro e real, mas não percebemos que nossa realidade não é igual à dos outros, esta está sujeita à imaginação e à interpretação de cada um.
A realidade é uma questão de ponto de vista, e uma vez que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, em cada momento não há ponto de vista igual ao seu.
O que concluo é que tudo o que tomamos como real é real pois nos parece real, é complicado, mas o ponto principal é que cada um de nós em sua complexidade vê o mundo de forma diferente, e como seres egoístas que somos isso significa dizer que só vemos o que nos convêm, e criamos realidades simplesmente para não aceitar a vida insignificante que levamos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Escolhas

Estava refletindo sobre a fisica quantica, e refleti sobre o princípio de que cada à escolha que deixamos de fazer cria-se um novo universo.
Mas será que não é muita responsabilidade imposta a um simples humano, é difícil acreditar que temos o "poder" de criar novos universos, já é demais que cada escolha tenha talvez um peso tão grande na vida de cada um (seguindo o raciocínio do efeito borboleta), será mesmo que uma pequena escolha muda totalmente o rumo de nossa vidas?
Mas penso que se supormos que existe destino e que tudo que acontece já está determinado, somos seres sem liberdade nenhuma e que não existem escolhas em nossas vidas. Me parece então que o universo é feito de extremos.
O que quero dizer com isso é que se cada escolha é tão significante e que cada escolha destrói uma vida possível e um futuro possível devemos prestar atenção em cada situação que temos que escolher , e penso que se existe destino, para que manter-se vivo, seguindo um rumo que nós em sequer podemos mudar e que sequer determinamos?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Fim

Muitos estão acreditando em um evento apocaliptico em 2012, mas será que não podemos simplesmente pensar que o mundo continuará?
Parece muito estranho que durante todos os milhares de anos de civilização, tenha-se pensado no fim do mundo, imagino que é difícil para nós aceitar que não estaremos para ver o fim de nosso planeta, assusta-nos saber que somos mortais e que nossa fraca civilização vai ruir bilhões de anos antes do fim do mundo. Ou talvez pareça-nos que a morte é nossa libertação, e porquê não libertarmo-nos todos juntos? Em um evento cinematográfico, em uma última tentativa humana de parecer-se importante e ser destruído junto com o planeta.
Mas digo que não há libertação na morte, as únicas algemas que nos impedem da verdadeira liberdade em vida são aquelas impostas pela sociedade. E porquê não dizer que a pior coisa que existe para nós humanos é a sociedade, uma tentativa rídicula de fingir que somos melhores que os animais ou que somos seres superiores?
Bem o fim não chegará tão breve, até porque, somente quando não esperarmos o fim é que ele chegará, unicamente para mostrar que a vontade humana é insignificante.