Estava pensando sobre a simplicidade do romantismo,o simples pensamento de que as pessoas são totalmente boas ou totalmente más. E cheguei pelo raciocínio à guerra, que embora cruel e sangrenta( nada mais do que uma simples recriação da vida), ela me parece extremamente reconfortante.
Apesar de todos os horrores que se passam na guerra, é lá onde os homens encontram a simplicidade explícita no romantismo, pois lá pode-se ter a certeza de quem são seus inimigos, e quem são seus aliados. Digo isso pois na vida, não existem inimigos, ou amigos realmente, existem pessoas. Pessoas estas que não são boas, nem más, mas agem simplesmente em prol de seus interesses e sua sobrevivência na sociedade, indivíduos tão complexos que nem mesmo J.R.R Tolkien, Fiodor Dostoievski e Dan Brown juntos poderiam recriá-los de maneira completa, sempre faltaria algo.
Pois então quero dizer que só na guerra pode-se ter todas as complexidades humanas jogadas fora para formar figuras simples, não pessoas, mas apenas sombras daquilo que um dia foram, e para criar uma situação simples, pois na verdadeira batalha não há reflexões, nem sequer pensamentos existencialistas como este, apenas a simplicidade de sombras seguindo uma missão, tendo unicamente a certeza de saber quem são seus inimigos, e de saber que seus aliados não os trairão. Apenas isso.
Selah
Um blog de reflexões quando nossa mente parece mais vulnerável, e ao mesmo tempo mais eficiente
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A verdade sobre a humanidade
Hoje meu professor me inspirou, mais que isso talvez.Um homem tentando desesperadamente passar uma mensagem, sabendo que o futuro está nas mãos daqueles que a recebem.
Ele disse a verdade: nós todos reclamamos do caminho desvirtuado que a humanidade tomou, mas quem realmente faz algo para mudá-la? Para que possamos recuperar, ao menos que um pouco, os valores que nos foram tirados?
Realmente é fácil e reconfortável pensar numa sociedade de igualdade, mas será que nós apenas mantemos-na no pensamento pois a descordia dos outros é o maior prazer humano?
Eu refleti sobre isso e eu mesmo não quis acreditar em minhas suposições, mas é a verdade que ninguém quer ouvir: Tornamo-nos, ao longo dos anos, vermes sangue-sugas que se alimentam da desgraça do próximo, incapazes de sentir um único sentimento humano, apenas vestindo uma fantasia de amor e compaixão quando nos é conveniente."Será mesmo que é verdade?" ainda pergunto-me atordoado.Lembro de cada momento em que senti amor e compaixão, e penso que esses "sentimentos" surgem apenas por conveniência, como em psicopatas.
Nenhum de nós tentam mudar a sociedade, pois é "divertido" ver outros em situações inumanas, sentimo-nos superiores, e porque acabar com a sensação de importância que poucas vezes podemos ter nessa vida insignificante?. É doentio mas é a verdade, já dizia Renato Russo: "Tá tudo morto e enterrado", inclusive nossa "humanidade", por assim dizer.
Selah.
Ele disse a verdade: nós todos reclamamos do caminho desvirtuado que a humanidade tomou, mas quem realmente faz algo para mudá-la? Para que possamos recuperar, ao menos que um pouco, os valores que nos foram tirados?
Realmente é fácil e reconfortável pensar numa sociedade de igualdade, mas será que nós apenas mantemos-na no pensamento pois a descordia dos outros é o maior prazer humano?
Eu refleti sobre isso e eu mesmo não quis acreditar em minhas suposições, mas é a verdade que ninguém quer ouvir: Tornamo-nos, ao longo dos anos, vermes sangue-sugas que se alimentam da desgraça do próximo, incapazes de sentir um único sentimento humano, apenas vestindo uma fantasia de amor e compaixão quando nos é conveniente."Será mesmo que é verdade?" ainda pergunto-me atordoado.Lembro de cada momento em que senti amor e compaixão, e penso que esses "sentimentos" surgem apenas por conveniência, como em psicopatas.
Nenhum de nós tentam mudar a sociedade, pois é "divertido" ver outros em situações inumanas, sentimo-nos superiores, e porque acabar com a sensação de importância que poucas vezes podemos ter nessa vida insignificante?. É doentio mas é a verdade, já dizia Renato Russo: "Tá tudo morto e enterrado", inclusive nossa "humanidade", por assim dizer.
Selah.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Sobre Deus
Eu estava pesquisando na internet sobre mecânica quantica, e lembrei da experiencia do gato de Schrodinger(veja na wikipédia) e pensei na existencia de Deus e segui um raciocinio:
Basicamente, na mecânica quântica quando um fenômeno não foi medido ou observado, ele existe e não existe ao mesmo tempo,isso é claramente um paradoxo, o qual é resolvido pela proposição atual dos físicos da existência de diversos universos, ou seja caso um fenômeno seja observado neste universo, essa alteração força o multiverso, que seria um plano onde os infinitos universos se encontram, a criar outro universo onde tal fenomeno não acontece.Ou seja, podemos dizer que Deus existe sem estarmos errados, assim como podemos dizer que Deus não existe sem igualmente estarmos falando besteira, mas é possível raciocinar que caso Deus não exista neste universo, existe um outro universo(ou vários) onde Deus existe.
Podemos dizer então que talvez Deus não exista nesse universo, mas que Ele está presente em pelo menos um Universo entre os infinitos universos.
O que eu quero dizer é: Deus existe na complexidade do multiverso, mas também a conclusão que podemos tirar é de que Deus, por mais poderoso seja é simplesmente o resultado de um jogo de probabilidades atómicas, ou seja, ele depende da fé de cada um, pois o cérebro humano é mais poderoso do que aparenta.
Comentem, quero ver o ponto de vista de você leitor.
Basicamente, na mecânica quântica quando um fenômeno não foi medido ou observado, ele existe e não existe ao mesmo tempo,isso é claramente um paradoxo, o qual é resolvido pela proposição atual dos físicos da existência de diversos universos, ou seja caso um fenômeno seja observado neste universo, essa alteração força o multiverso, que seria um plano onde os infinitos universos se encontram, a criar outro universo onde tal fenomeno não acontece.Ou seja, podemos dizer que Deus existe sem estarmos errados, assim como podemos dizer que Deus não existe sem igualmente estarmos falando besteira, mas é possível raciocinar que caso Deus não exista neste universo, existe um outro universo(ou vários) onde Deus existe.
Podemos dizer então que talvez Deus não exista nesse universo, mas que Ele está presente em pelo menos um Universo entre os infinitos universos.
O que eu quero dizer é: Deus existe na complexidade do multiverso, mas também a conclusão que podemos tirar é de que Deus, por mais poderoso seja é simplesmente o resultado de um jogo de probabilidades atómicas, ou seja, ele depende da fé de cada um, pois o cérebro humano é mais poderoso do que aparenta.
Comentem, quero ver o ponto de vista de você leitor.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Citação
Uma vez ouvi de alguém:não importa quanto você ferre tudo, o mundo continua girando.Refletindo sobre isso, podemos perceber a insignificancia de nossos atos no mundo,de tal forma que pensamos:como podemos ser tão insignificantes e ainda assim preocuparmo-nos com o que os outros vão pensar de nossos atos e suas consequências?
Sim, talvez as convenções sociais de boas maneiras, moral e ética sejam fortes o bastante para prender cada um de nós a esses valores, mas em uma sociedade cada vez mais corrompida será que existe ainda lugar para tais valores, pois eu digo que sim.
É inegável que o ser humano é um ser brutal, mas é também um ser notável pela compaixão e por sua capacidade nada convencional de colocar-se no lugar de outros individuos, e até mesmo tomar as dores de outros individuos, pois é nesse momento que percebemos a beleza da insignificância, pois sem vontade ou motivação de dedicarmos apenas à nossa sobrevivência, zelamos pelos outros e pela integridade da sociedade que criamos, unicamente, talvez, para não focarmos na nossa insignificância e na nossa crueldade.
Pois então vos digo leitores:não importa o quanto eu escreva ou o quanto vocês leiam, o mundo continua girando...
Sim, talvez as convenções sociais de boas maneiras, moral e ética sejam fortes o bastante para prender cada um de nós a esses valores, mas em uma sociedade cada vez mais corrompida será que existe ainda lugar para tais valores, pois eu digo que sim.
É inegável que o ser humano é um ser brutal, mas é também um ser notável pela compaixão e por sua capacidade nada convencional de colocar-se no lugar de outros individuos, e até mesmo tomar as dores de outros individuos, pois é nesse momento que percebemos a beleza da insignificância, pois sem vontade ou motivação de dedicarmos apenas à nossa sobrevivência, zelamos pelos outros e pela integridade da sociedade que criamos, unicamente, talvez, para não focarmos na nossa insignificância e na nossa crueldade.
Pois então vos digo leitores:não importa o quanto eu escreva ou o quanto vocês leiam, o mundo continua girando...
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